TÍTULO: Agora, eu sou médica!quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
II SEMANA DAS ENGENHARIAS - FAP BETIM
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
IDENTIDADE VISUAL - SÓ RISOS
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
NIVER DA FÊ
segunda-feira, 26 de julho de 2010
BANNER - FACULDADE PITÁGORAS
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
SE VIRA NOS TRINTA... E QUATRO
quarta-feira, 19 de maio de 2010
COMO SE FORMA UM BOM JORNALISTA?
Certa vez Gabriel García Márquez, escritor e jornalista colombiano, afirmou: "A ética não é uma condição ocasional no jornalismo, mas deve acompanhá-lo sempre, como o zumbido acompanha o besouro". Atualmente um ponto muito discutido no jornalismo é a questão ética. Muitos julgam que o jornalismo contemporâneo é cerceado por interesses privados, de forma que a tentativa de imparcialidade tem sido deixada de lado. Mas o bom jornalista sabe que, acima de tudo, seu dever de informar não pode ser velado e que ele deve buscar os vários lados da história. É o que afirma a estudante Luana Borges, do 6º período do curso de Comunicação Social: “o bom jornalista quer saber de tudo. Ele não fica satisfeito enquanto ele não descobre a verdade, enquanto não vê todos os pontos de vista. Ter sede de verdade é característica principal de um bom jornalista. Querer saber, de fato, o que aconteceu”, declara. Essa busca pela verdade nem sempre é simples, como observa a jornalista Alessandra Mello. Muitas vezes é necessário enfrentar governantes poderosos ou ir contra ao que a maioria afirma. Para tanto, ela cita a frase de Millôr Fernandes: “Jornalismo é oposição, o resto é balcão de secos e molhados”.
Essa sede de verdade é preponderante para qualquer jornalista, uma vez que passar informação é algo sério e que deve ser tratado com cuidado. Alessandra recomenda que o jornalista que quer fazer um trabalho de qualidade deve correr atrás da notícia sem medir esforços, sem ter preguiça, sendo curioso e tendo a “sacada” de perceber o que é mais importante num fato ou numa entrevista. Para ela, é essencial que o repórter tenha a “percepção da notícia”. Alessandra ainda completa: “O importante é conseguir no meio de tanta informação que você pegou ali e saber, isso aqui é o lead da matéria, isso aqui é a notícia. É atrás disso aqui que eu vou correr”. Além do mais, a Jornalista diz que a leitura é essencial. “Ler jornal, ler blogs, para assim, formar um olhar crítico sobre os fatos”, conclui.
Mas a formação do bom jornalista começa bem antes de sua inserção no mercado de trabalho. O jornalista que formou deve ter aproveitado ao máximo o que os quatro anos na Universidade lhe proporcionaram e absorvido todo o conhecimento que os professores lhe passaram. “Não depende do mercado. O mercado absorve bem os profissionais que aproveitaram o curso”, certifica Luana. O Professor do Curso de Comunicação da PUC, Jair Rangel concorda com essa questão: “Tem que se aventurar. O que vai fazer diferença de aluno para aluno é isso: quem se aventura mais, quem se esforça mais, quem leu mais, quem estudou outras coisas mais, quem teve pensamento científico, pensamento aberto, pensamento mais socializador e não meramente tentando reproduzir técnica”, observa. Aliás, a técnica deve ser atrelada ao conhecimento geral, ao “pensamento socializador”. Jair diz que o jornalista não deve pensar que, apenas por ter um bom texto, ele é um bom profissional. “Tem que ter uma formação eclética, generalista, sem a necessidade de aprofundamento em tudo. Tem que saber escutar os setores onde ele transita e entender a lógica desses discursos todos.
Sara Lira
Estudante do curso de Jornalismo da PUC Minas
terça-feira, 20 de abril de 2010
COMO SER UM BOM PUBLICITÁRIO
Não, este post não é pra ser levado ao pé da letra. Sei que não deveria dizer isso logo no início, afinal, preciso conquistar sua atenção para que você me acompanhe até o fim deste texto. A verdade é que não acredito em receitas para se tornar um bom profissional, seja de qualquer área do conhecimento.
Nos últimos dias senti a necessidade de estampar aqui a minha opinião sobre alguns estudantes de publicidade. Henry Miller já dizia que “publicitário é uma profissão formada de advogados fracassados, escritores frustrados e artistas decadentes.” É óbvio que não concordo plenamente com essa frase, mas de fato existem muitos graduandos que optam por uma transferência de curso pois acreditam que a carreira de comunicação é relativamente fácil.
E como se não bastasse, encontramos nas cadeiras da Faculdade algumas figuras que não se preocupam muito com as datas de prova, qualidade dos trabalhos apresentados e até com o que seus colegas vão pensar se for reprovado ao fim do semestre. Se esquecem de que as indicações para as vagas de estágio surgem em sala de aula. Acho que a foto abaixo representa muito bem essa situação.

Depois de ler um texto de Francesc Petit (Se você não o conhece trate logo de saber um pouco mais sobre os grandes nomes da Publicidade mundial) comecei a refletir sobre a minha percepção da área e cheguei a algumas conclusões:
- Para ser publicitário tem que ser alucinado, apaixonado e fanático pela profissão. Se não é o seu caso, você precisa rever suas escolhas.
- Essa é para meus amigos da Faculdade: Você não vai sair do curso sabendo tudo sobre a área. Isso é fato! Como diria o Eduardo: Acorde Alice! O mercado não é o país das maravilhas, aqui fora o bicho pega.
- Existem muitos profissionais melhores que você. E mais novos também, nunca esqueça disso.
- Ok, existem outros infinitamente piores que você. Acredite no seu trabalho, mas cuidado, tenha os pés no chão.
- Sua preocupação deve ir muito além da escolha da fonte ideal. Eu sei que Comic Sans é uma tragédia, mas publicidade é muito mais que um belo layout.
- Conheça todas as mídias possíveis, escreva mais, frequente regularmente as salas de cinema, escute todos os gêneros de música e assista muita TV. Por isso, viva o Big Brother Brasil! Comunicólogos não devem ter preconceitos.
- Abaixe a bola! Se você realmente quer se casar com a comunicação vai ter que aprender a ceder algumas vezes. Como deve acontecer nos casamentos, acredito eu. Por isso, reconheça que suas peças estão poluídas, que seu texto está muito mal elaborado e que você não é o melhor atendimento que já existiu.
- A metade do curso chegou e você sequer estagiou na área? Se vire. O tempo passa e as oportunidades de mercado também.
- Você é capitalista sim! Publicidade acima de tudo é a arte de vender, seja um ideal ecologicamente correto ou uma bolsa Victor Hugo.
- Se prepara para não dormir algumas noites. Como diria Newton César, “se você está acostumado a trabalhar apenas oito horas por dia, não serve para ser publicitário”.
- Fale bem, muito bem em público. Se ainda tem dificuldades em enfrentar uma plateia sinalize isso como uma prioridade de mudança. Já!
- Claro que eu não iria esquecer o dead line. Quem me conhece sabe muito bem que prazo é tudo para mim. Evitem atrasos, quando possível é claro.
Bom, como disse no início essa não é uma “receitinha” para se tornar um bom profissional de publicidade. Mas espero que essas palavras te motivem, de alguma maneira, a se tornar melhor do que tem sido até agora. Boa sorte!
domingo, 28 de março de 2010
ASSINADO EU

_ Por quê essa logo não vai ser apresentada ao cliente?
_ Porque eu sou dono disso aqui e não gostei!
_ Por que os super efeitos no spot não são viáveis?
_ Porque eu sou o professor e mando nessa parada!
Sou um estagiário recém contratado (oba!) que pode até ser uma futura estrela no céu publicitário, mas querer ofuscar as outras que começaram a brilhar é coisa de estrela medrosa, amadora mesmo.
terça-feira, 23 de março de 2010
Relações Públicas, mas o que isso faz mesmo?
A Fernanda, autora deste post , é uma das poucas RPs que conheço com tanta característica de publicitária. Formada em comunicação social pela Newton Paiva, ela fala no texto de hoje sobre a regulamentação da profissão de Relações Públicas e suas particularidades. Confiram!
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RELAÇÕES PÚBLICAS, MAS O QUE ISSO FAZ MESMO?
Qual pai não tem o sonho de ver seu filho Doutor? O meu, eu acho, gostaria que eu fosse advogada. Após um processo de orientação vocacional, confirmei minha preferência em cursar comunicação. Decidi estudar Relações Públicas (RP). Até hoje lembro da cara do meu pai: "Ah tá... um curso da área de comunicação" que na verdade queria dizer: "Mas o que isso faz mesmo?". E essa foi a pergunta que mais ouvi por um bom tempo.
Às vezes alguém arriscava: "Ah, você vai fazer propaganda né?" NÃO! "Ah! É tipo jornalismo, essas coisas?" NÃO! Na maioria das vezes me limitava a dizer: "faço comunicação social". Afinal de contas, a área de Relações Públicas não tem nenhum garoto propaganda, como Washington Olivetto ou William Bonner, para exemplificar. Como era difícil explicar em poucas linhas o que realmente faz o Relações Públicas.
Um curso originado da mistura entre a administração e a comunicação. Um profissional formado para ser relacionar com diversos públicos: colaboradores (do chão de frábica aos acionistas), imprensa, comunidade, governo, concorrência, clientes, enfim, qualquer público que tenha algum relacionamento direto ou indireto com a empresa.
Grosseiramente falando, enquanto o publicitário vende o produto e o jornalista vende a notícia, o Relações Públicas vende a imagem da instituição para qual trabalha, realizando ações que busquem promover a opinião positiva dos diversos públicos da empresa. Resumidamente, é isso! Ou seja, ainda continua difícil definir essa profissão em poucas linhas.
Então, para não deixar dúvidas, apresento as atividades profissionais de Relações Públicas dispostas na Lei nº 5.377 de 11 de dezembro de 1967, que regulamenta a profissão. Sim! Relações Públicas é o único curso da área de comunicação regulamentado.
Capítulo II
Das atividades profissionais
Artigo 2º - consideram-se atividades de relações públicas as que dizem respeito:
a. à informação de caráter institucional entre a entidade e o público, através dos meios de comunicação;
b. à coordenação e planejamento de pesquisa de opinião pública, para fins institucionais.
c. o planejamento e supervisão da utilização dos meios audiovisuais, para fins institucionais;
d. ao planejamento e execução de campanhas de opinião pública;
e. a o ensino das técnicas de relações públicas, de acordo com as normas a serem estabelecidas na regulamentação da presente lei.
Ou você também achou que RP só fazia festas? Você ainda pode conhecer um pouco mais sobre a profissão por meio do regulamento da LEI Nº 5.377, ANEXO AO DECRETO Nº 63.283, DE 26/09/68, que disciplina o exercício profissional de relações públicas e Lei Nº 7.197, de14 de junho de 1984 que institui o “Dia Nacional das Relações Públicas” e fala sobe o Código De Ética Dos Profissionais. Todas essas informações você encontra no site do CONFERP – Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas (http://www.conferp.org.br/).
Caso você se interesse em cursar Relações Públicas, vale a pena dizer que as opções para especializações também são muitas, mas isso depende do que você planeja para sua carreira. Ah, e podem ficar tranquilos, todo mundo pode ser Doutor. Afinal de contas, Doutor é que faz Doutorado, independente se você é formado em Direito, Medicina, Engenharia ...
Fernanda Liberman, 26 anos
Graduada em Relações Públicas, pelo Centro Universitário Newton Paiva.
Especialista em Marketing, pela PUC-MG
domingo, 28 de fevereiro de 2010
DO OUTRO LADO DO BALCÃO
Quando decidi o curso que faria na Faculdade - ainda no primeiro ano do Ensino Médio – minha escolha foi baseada em um único objetivo: trabalhar como designer em uma grande empresa de Publicidade. E comecei pelo caminho certo, prestei vestibular para o curso de Designer Gráfico de uma conceituada universidade de Belo Horizonte. O resultado veio em uma semana. Sabia que esse era o primeiro passo para atingir aquele objetivo projetado na adolescência. As aulas iniciaram e com elas a responsabilidade de fazer bonito em dois anos de curso.
Teoria das cores. História da arte. Informática aplicada ao Desing. Sintaxe da linguagem visual. Projeto aplicado. Desenho técnico. Nada poderia ser melhor no quesito disciplinas e professores, a carreira começava bem. Mas, aos poucos percebi que queria traçar algo diferente pra minha formação, precisava ampliar minha visão da área e só então focar. Eu estava fazendo o caminho inverso.
Nesta mesma época recebi a notícia que o curso de Publicidade e Propaganda havia chegado na minha cidade, esperei até o fim do semestre e solicitei a transferência. De designer para publicitária, ampliei o leque de possibilidades. Era exatamente o que eu queria. Fazer um curso de bacharelado me permitiria desempenhar várias outras funções ligadas à Comunicação, funções essas que nem sabia que existiam até então.
Na primeira semana de aula comecei a dividir meu tempo entre a Faculdade, o emprego e um novo estágio. Coisa de louco mesmo! Era a Assessoria de Comunicação em Saúde da Prefeitura de Betim, foi um ano de aprendizado e discordâncias, mas valeu muito. Tive a oportunidade de trabalhar com três feras do jornalismo e da Publicidade (Lucas, Fábio e Kênia. Obrigada!). Meu portfólio estava nascendo e eu começava a entender o quanto era ampla a área que havia escolhido. Ótimo, afinal era isso que procurava.

Ora lidando com os clientes das empresas privadas (Faculdade Pitágoras e INTZ. Comunicação), ora com os órgãos públicos (Prefeitura de Betim e Secretaria de Saúde de São Joaquim de Bicas), cada um com suas peculiaridades, pude notar que os conceitos de empowerment, ações promocionais, briefing, tipos de clientes e mídias eram muito mais complexos do que os vistos na Faculdade. Endomarketing então...
“O mercado de trabalho assistiu à mudança da denominação ‘empregado’ para ‘funcionário’ e, mais recentemente, para ‘colaborador’, à medida que as organizações se conscientizavam da importância do comprometimento e satisfação do público interno para atingir suas metas, manter uma boa imagem e implementar a qualidade nos processos”. Li essa frase em no livro “Gestão de Serviços e marketing interno” da coleção FGV Management, sei que você já ouviu falar disso várias vezes, mas acredite, é muito mais complexo que imagina. Algumas vezes o segredo está puramente no público interno e a direção da empresa nem sempre entende esse fator importante. E você (para aprender mais e se mostrar um bom profissional) divide seu tempo em fazer tudo que acreditam ser comunicação e cuidar do público interno junto com o setor de RH (que também não tem tempo sobrando pra isso).
Me encontrei em um cargo bem diferente do que me propus a fazer no início da vida acadêmica, e o mais interessante de tudo: trabalho com todos os profissionais possíveis da Comunicação. Alguns jornalistas até me incentivaram a escrever mais, na verdade, acho que é por isso que este blog surgiu.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
2010: O ANO DE GRANDES ESCOLHAS
Uma história muito conhecida que ilustra este fato é a de Hitler e Goebbels, o ministro da propaganda do ditador. Uma de suas frases mais conhecidas é “Uma mentira insistentemente repetida acaba adquirindo aparência de verdade”. Coerente com tal fala, podemos fazer ligação com os dias atuais. Quantas e quantas mentiras são lançadas pela mídia, seja por interesse da própria ou por ignorância. O pior é que uma maioria da nação acaba acreditando, ou simplesmente seguindo a “opinião pública”, se é que podemos falar que esta existe. Podemos dizer que a opinião pública é moldada pela mídia. Este seria um tema muito longo para se tratar aqui. Sugiro que assistam ao filme “O Quarto Poder”.
Mas como ia dizendo, em ano eleitoral vale tudo: passear pelas periferias, abraçar moradores de rua, beijar criancinhas nas favelas, visitar locais precários ou almoçar em restaurante popular, não que isso seja um problema, no entanto, essas cenas com políticos só são vistas de dois em dois anos e isso tudo é para que ele esteja na mídia, o importante é ser visto, consequentemente lembrado.
Os políticos saem às ruas, fazem suas “boas ações” ou até mesmo arrumam problemas, doenças, acidentes para que estejam ali, nas capas de jornais e revistas. Um bom exemplo de como trabalhar bem a imagem é o do atual presidente do nosso país. Enquanto Lula se mostrou para a mídia como candidato metalúrgico, desarrumado, barbado, descabelado e com roupas de trabalhado, não conseguiu seu objetivo, no entanto, quando uma equipe de marketeiros e publicitários trabalhou sua imagem, arrumou cabelo, barba e lhe colocou um terno e uma campanha mais centrada, disciplinada, acertou no alvo.
Políticos geralmente são muito bem assessorados, eles devem prometer tudo, até o que não depende deles, não importa se haverá condições financeiras ou estrutura, se será viável. O bom “político-marketeiro” deve falar aquilo que o povo quer ouvir, a grande sacada para uma campanha vitoriosa é saber o que o povo precisa naquele momento, quais são seus sentimentos e preocupações prioritárias. Quanto mais limitada intelectualmente for o povo, mais fácil de dominar suas emoções, assim, mais fácil de se conseguir o objetivo, o voto.
Alguns políticos com baixo índice de aprovação recorrem a outra personalidade politica, alguém em que acreditam que atrairá votos, seja do mundo das celebridades ou político, agregando valor a sua própria imagem. Porém alguns especialistas em marketing político afirmam que isso é em vão, já que ninguém consegue agregar valores a uma outra pessoa. Um exemplo disso que aconteceu recentemente foi com o Bachelet, presidente do Chile, que assim como nosso presidente Lula tinha 80% de aprovação, porém ele não conseguiu eleger seu sucessor, mostrando que sua grande aprovação no país nada adiantou para eleger o colega.
Político não deveria, mas só rala alguns meses em um ano, ano eleitoral, este que ele deve correr e suar a camisa para obter votos. Enquanto suas repetidas atrapalhadas, absurdos com seu nome vem a tona durante o decorrer de seu mandato, quando chega a época de ir às urnas tudo é esquecido e as belas campanhas surgem. Todos viram santos, salvadores da pátria. Jingles, cartazes, vídeos, adesivos, reuniões, brindes, bandeiras, é um carnaval fora de época! E o povo festeja alegremente...
A publicidade tem uma grande responsabilidade e deve ser utilizada com ética, quando for votar não acredite em promessas absurdas, sem fundamento, não vote no jingle mais bonito, no candidato mais elegante, seja responsável com seu País. Vote consciente.
LUCAS DAMASCENO
Graduado em Publicidade e Propaganda
www.twitter.com/lukasdamasceno
Foto1: Divulgação
Foto2: Retirada do site Passa Palavra
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
PUBLICITÁRIOS METIDOS A JORNALISTAS

São cinco da manhã, Tereza acorda para mais um dia de trabalho. Arruma os cabelos e pega um balde. Precisa buscar água, o rio fica a dois quilômetros de casa. Ao voltar, faz o café rapidamente, toma banho e se arruma. O tempo é curto, a primeira aula começa às sete horas. Tereza Silva, 31, é professora do ensino público de Pacuí, cidade localizada no norte de Minas, a 720 quilômetros da capital. Depois de dar um beijo na filha, pega os livros e vai embora.
O contraste demonstrado nas situações acima descreve claramente a realidade de duas cidades próximas no estado de Minas Gerais. Para muitos, a história de Tereza pode ser apenas mais uma entre tantas outras. Mas leva à reflexão sobre o consumo abusivo de água em todo o mundo.
Atualmente, todas as nações discutem a preservação do meio ambiente e a falta d’água. Muitos acreditam que é um recurso inesgotável, porém nos deparamos a cada dia com inúmeros anúncios, congressos e movimentos idealizados para conscientizar a população e buscar soluções para esse problema global. Contudo, a maioria das pessoas ainda tende a não aderir completamente a esses movimentos.
No Brasil esse tema é bastante discutido, pois o país abriga a maior bacia hidrográfica mundial. “Há muitos anos escuto falar que a água vai acabar, mas acho que isso não vai acontecer no Brasil. Afinal, temos o rio São Francisco e o Amazonas para abastecer a gente.”, diz Amarildo Natal, de 62 anos, morador da cidade de Igarapé (MG). Grande parte dos brasileiros compartilha essa mesma visão. Mas, a falta d’água em algumas partes do mundo já é uma realidade.
Enquanto no Brasil uma pessoa gasta em média duzentos litros d’água ao dia, em Gâmbia na África, esta mesma quantidade é consumida por cerca de quarenta e cinco pessoas. Essa informação assim como outras leva a população a pensar que enquanto alguns lutam para sobreviver com recursos extremamente limitados, outros que têm em abundância e o utilizam de maneira imprópria.
Responsabilidade, preservação, consciência, escassez, cuidado e ação. São termos já presentes no vocabulário do brasileiro, mas se tratando de água, todas essas palavras parecem irrelevantes para aqueles que a possuem em grande quantidade. Enquanto isso, Tereza e tantos outros seguem o seu caminho. Em busca da sobrevivência, em prol da vida e da preservação do bem mais precioso de nosso planeta.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
VISÃO PANORÂMICA DA COMUNICAÇÃO
Conto com você.
Estudante de Comunicação Social - Habilitação Publicidade e Propaganda
Faz parte da Comunicação Institucional da Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte e já atuou na área de Comunicação em Saúde da Prefeitura de Betim e de São Joaquim de Bicas















